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Richard Rohr sintetiza sua obra teológica vitalícia de “ortodoxia alternativa”

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26 Julho 2019

“The Universal Christ: How a Forgotten Reality Can Change Everything We See, Hope For, and Believe” [O Cristo universal: como uma realidade esquecida pode mudar tudo o que vemos, esperamos e acreditamos, em tradução livre] é a síntese da obra vitalícia de Richard Rohr, resultado de seus 75 anos de experiência e reflexão.

A reportagem é de Dana Greene, publicada por National Catholic Reporter, 24-07-2019, A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Aqueles que já leram um dos seus cerca de 30 livros ou estão entre os mais de 300.000 destinatários das suas “Meditações Diárias” estão preparados para enfrentar a síntese cumulativa de Rohr. Para os outros, o livro pode ser denso.

Embora sua linguagem seja acessível, ele abrange ontologia, teologia, cristologia, psicologia, antropologia e espiritualidade, daí a sua complexidade. Reconhecendo que compreender a sua mensagem pode ser desgastante, Rohr aconselha o leitor a prosseguir lentamente. Quando ele apresenta uma ideia particularmente provocativa, ele escreve em itálico, alertando o leitor para parar e ponderar.

Sua grande aspiração com o livro está expressada em seu subtítulo: “Mudar tudo o que vemos, esperamos e acreditamos”.

As principais fontes de inspiração de Rohr são duas: sua tradição franciscana pé-no-chão e os escritos de Paulo. Essas influências ficam evidentes por toda parte, e é sobre os seus fundamentos que ele constrói aquilo que, em outros lugares, ele chama de “ortodoxia alternativa”.

Haverá aqueles que condenarão sua obra como “herética”, e outros ficarão sobrecarregados com a complexidade do livro, mas ninguém pode contestar a dedicação de Rohr ou a amplitude de sua visão. Aqueles que perseverarem na leitura serão desafiados e ficarão recompensados enquanto Rohr explora seus pressupostos fundamentais sobre Deus, Jesus, o “eu” e a religião.

O leitor pode começar pelo Apêndice I, “As Quatro Cosmovisões”, no qual Rohr descreve a visão “encarnacional” da realidade, uma evidente nos Padres orientais, na espiritualidade celta e em muitos místicos. A cosmovisão “encarnacional” é o assunto da primeira metade do livro e é definida como o mistério de Cristo; isto é, a “habitação da Presença Divina em tudo e em todos desde o começo dos tempos”. Deus não está apenas em todas as coisas, mas todas as coisas também estão em Deus.

O mistério de Cristo é o elemento “transcendente” em tudo, mas também o “horizonte infinito” que puxa todas as coisas para fora; é o nome de tudo em sua plenitude. Como consequência, a criação é tanto o lugar onde Deus se esconde quanto o lugar onde Deus se revela.

Rohr argumenta que não está propondo uma visão panteísta, mas sim uma visão panenteísta. Isto é, que Deus está dentro de todas as coisas, mas as transcende. Em suma, não há nenhuma distinção significativa entre o natural e o sobrenatural, o sagrado e o profano.

Rohr sugere que a primeira encarnação é a própria Criação; é o derramamento de Deus. A segunda encarnação é Jesus de Nazaré, a manifestação histórica de Cristo no tempo.

Jesus, que é totalmente Deus e totalmente humano, revela o padrão universal de autoesvaziamento, morte e ressurreição. Sua vida é paralela ao próprio processo natural. Embora alguns possam argumentar que essa visão diminui a importância de Jesus, Rohr argumenta que, ao contrário, ela o situa no processo cósmico da encarnação contínua.

Como resultado, isso faz de Jesus alguém não apenas pessoal, mas também universal, livre de uma religião ligada à cultura. Jesus se oferece aos companheiros humanos para a sua imitação. Ele carregou o mistério do sofrimento universal e permitiu que ele o mudasse. Como seguidores, os cristãos igualmente devem ter compaixão pelos outros e suportar o seu sofrimento.

Como a encarnação é um evento cósmico contínuo, sua terceira manifestação está na comunidade dos fiéis, o corpo de Cristo. Portanto, “Cristo” é a metáfora universal da encarnação contínua, primeiro na Criação, depois no Jesus histórico e, finalmente, naqueles que o seguem.

A experiência da cosmovisão encarnacional é possibilitada por um grande amor ou grande sofrimento, e ambos abrem a pessoa à transcendência. O trabalho da religião é ajudar a reconhecer e a recuperar a imagem divina em tudo. Essa é a “realidade esquecida” que mudará tudo.

A aquisição dessa experiência é facilitada quando se começa do ponto de partida da bênção original, e não do pecado original, que foi proposto pela primeira vez por Agostinho no século V.

A Parte II, “O Cristo universal” abrange uma grande variedade de tópicos: a encarnação feminina, a expiação, a presença real, a comunhão dos santos, a ressurreição universal, o testemunho de Maria Madalena e de Paulo, e a importância da experiência humana na determinação da verdade.

Muitos desses tópicos foram explorados por Rohr em seus livros anteriores ou em suas “Meditações Diárias”. Mas aqui a conexão deles com a sua discussão anterior sobre o Cristo universal é tênue, fazendo com que a segunda metade do livro seja difusa.

Rohr conclui com a admoestação de que essa revisitação da “realidade esquecida”, ou seja, o mistério de Cristo, permanecerá apenas como uma teoria, a menos que seja praticada; somente através da prática é que a transformação será possível.

Ele encerra esse seu livro convincente citando Coríntios, reconhecendo sua aspiração para si mesmo e seus leitores: que o “nosso olhar desvelado receba e reflita esse brilho de Deus até sermos gradualmente transformados na imagem que refletimos”.

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